Este estudo é uma tentativa de construção de uma base que contribua para melhor entendimento dos profundos processos de transformação política, social e econômica que o Brasil vivenciou a partir da 2ª Grande Guerra. Partindo de 1950, elaborou-se o desenho das estruturas produtiva, de produtividade do trabalho, de renda e de ocupação, até o ano de 2009, tendo por referencial teórico o conceito de heterogeneidade estrutural (HE), elemento central do arcabouço teórico da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) que, a partir da crise de 2008, retornou ao proscênio do debate econômico (CEPAL, 2010), o estudo tenta apontar possíveis correlações entre tais estruturas e suas respectivas dinâmicas.
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